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domingo, 21 de abril de 2013

Menstruação marca fim da infância e deve ser tratada com delicadeza


Os pais têm de considerar a maturidade da menina para conduzir a conversa sobre a primeira menstruação
A primeira menstruação marca uma mudança importante na vida das mulheres. Muito associada à ideia do fim da infância, ao "virar mocinha", a menarca é a última transformação física significativa pela qual as meninas passam na puberdade. Mas enquanto algumas mães têm vontade de comemorar o fato e sair contando para toda a família quando ele acontece, é importante lembrar que, para a filha, o momento é delicado e pode ser motivo para dúvidas e constrangimento.

Não há uma idade certa para que a primeira menstruação aconteça. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo, afirma que a idade em que a menina começa a menstruar é influenciada por fatores genéticos, ambientais e metabólicos.
Atualmente, as brasileiras têm menstruado pela primeira vez, em média, aos 12 anos. Segundo os especialistas ouvidos por nossos consultores, essa média tem diminuído com o tempo, mas não existem estudos que comprovem as causas. Acredita-se que novos hábitos alimentares e o aumento da obesidade infantil podem estar entre os fatores que provocam o adiantamento da menarca.

Primeiros sinais

É possível saber que a menarca está próxima de acontecer porque, antes dela, o corpo já terá passado por outras mudanças significativas.
"Quando a menina entra na puberdade, começa a produção dos hormônios e há o estirão de crescimento. O corpo começa a desenvolver as mamas e os pelos pubianos e os das axilas. A menstruação é a última coisa e, depois disso, o crescimento diminui", diz a ginecologista Aricia Helena Giribela, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo).
A idade mínima para uma primeira menstruação dentro da normalidade é nove anos. Caso aconteça antes disso, é importante consultar um médico para determinar a causa. A chamada puberdade precoce pode ocorrer por diversos fatores e precisa ser controlada, entre outros motivos, para que a menina não tenha seu crescimento interrompido cedo demais.
Para o ginecologista Eduardo Zlotnik, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, é normal que aconteça até os 16 anos, mas se, aos 14, a jovem ainda não tiver menstruado, vale a pena consultar um médico para avaliar se está tudo bem.

Adolescente com transtorno alimentar


  • Evitar fazer as refeições em família pode ser indício de  transtorno alimentar
    Evitar fazer as refeições em família pode ser indício de transtorno alimentar
Irritabilidade, isolamento, tristeza e queda no rendimento escolar são comuns em adolescentes em determinados momentos do desenvolvimento. Mas, se esses sintomas vêm acompanhados da recusa alimentar progressiva ou dos excessos à mesa, é bom ficar atento. Esses são os sinais mais comuns de transtorno alimentar, um problema que vem crescendo em todo o mundo.
Em geral, esses males levam o jovem a assumir uma mudança repentina de comportamento em relação à comida, seja por meio da rejeição ou da compulsão. Outro indício claro de transtorno alimentar é a insatisfação com o próprio corpo. "Durante a adolescência, os transtornos alimentares mais frequentes são a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e a compulsão alimentar", afirma o psiquiatra Adriano Segal, diretor de psiquiatria e transtornos alimentares da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica).

De acordo com o psiquiatra da Abeso, os transtornos alimentares são mais comuns entre as meninas, mas podem atingir meninos também.
Cada um dos problemas possui sintomas específicos. No caso da anorexia nervosa, é comum que o adolescente apresente baixo peso para sua altura e idade, medo exagerado de engordar e distorção da imagem corporal. Assim, uma garota que sofre desse transtorno verá sua imagem diferente no espelho e, mesmo sendo magra, poderá se enxergar com medidas mais avantajadas.
O bulímico, pelo contrário, não costuma ter oscilações de peso, o que dificulta o diagnóstico da doença pela família. "Ele normalmente come de forma compulsiva, em grandes quantidades. Porém, logo após a refeição, para compensar o abuso, induz o vômito, toma laxantes, diuréticos ou se submete a dietas extremamente restritivas e à prática de atividade física compulsiva", diz o psiquiatra Glauber Higa Kaio, do Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Corporativismo fraternal



  • Quando os filhos resolvem se unir, dando cobertura um ao outro, tornam-se uma potência
    Quando os filhos resolvem se unir, dando cobertura um ao outro, tornam-se uma potência
A cena é aquela clássica, conhecida de quem já teve ou assistiu a cúmplices com laços de sangue. Estão lá os irmãos a confabular, ora concordam ora discutem, a fim de conquistar um objetivo em comum: promover o fortalecimento da categoria para conviver com a força maior que dita as regras dentro da casa –e os pais!
Essa união recebeu, por aqui, o pomposo nome de corporativismo fraternal. Sim, porque eles podem brigar, se desentender e até competir, mas uma coisa logo fica claro para aqueles que são pais de dois ou mais: filhos unidos se tornam uma potência. Eles se ajudam, se protegem, pactuam e testam a confiança mútua nas mais diversas circunstâncias. Quem estiver na linha de frente das negociações com este verdadeiro sindicato familiar precisará de ternura e jogo de cintura.
 
Não faz muito tempo, o cotidiano me apresentou um desses imbróglios entre minhas duas filhas.
 
Uma provoca. A outra empurra. Uma sai correndo. A outra puxa a camiseta e a irmã cai e chora. Uma e outra, em cada canto do sofá, ouvindo o sermão da mãe:
 
– As duas provocaram a briga e por isso as duas vão perder um brinquedo como castigo! Vocês conversem entre si e decidam o que cada uma vai perder!
 
Fiquei muito curiosa para saber até onde iria a autonomia delas na resolução desse conflito e enxerguei diversas possibilidades entre a dor e o amor para o fim dessa história. Elas podiam se sacanear e apontar uma saída onde ficariam ambas bravas e sem seus brinquedos como também podiam, de fato, promover o tal do corporativismo fraternal, onde ninguém perder nada também era uma opção contanto que fizessem as pazes.
 
Me escondi atrás da porta (que mãe nunca?) para ouvir o seguinte diálogo:
 
– Eu acho que você tem que perder a boneca nova. Ela é sua preferida.
 
– Bom, se eu perder a boneca você tem que perder um preferido seu também.
 
– Ah, é? Então vou te falar qual é meu brinquedo preferido...
 
– Fala aí, qual é que eu vou contar pra mamãe!
 
– Meu preferido é, é, é... É uma roupa!
 
Claramente minhas premissas sobre fraternidade, união e as possibilidades que essas duas coisas envolvem foram superadas por uma manobra ninja, onde uma delas conseguiu achar um atalho alternativo e espirituoso para o desfecho. Coube a mim resolver o impasse assumindo o papel de mãe juíza, aquela que com muita imparcialidade tenta conduzir pacificamente a reconciliação dos eternos conflitos entre irmãos.

10 erros que podem comprometer o visual da noiva


1. Reutilizar
O véu que foi de uma amiga pode não ficar bom em você.
2. Cortar radicalmente os cabelos às vésperas do casamento
Se você deseja transformar os fios, faça com um mês de antecipação.
3. Errar no tamanho do véu
Pode quebrar a harmonia do conjunto. O ideal é sempre ouvir a opinião do profissional responsável pelo cabelo e maquiagem e, se possível, de quem fez o vestido.

Não erre na hora do casamento

4. Não fazer teste nenhum
Você já estará nervosa o suficiente para precisar se preocupar com o cabelo e a maquiagem. Por isso, faça a prova pelo menos 15 dias antes.
5. Exagerar nos acessórios e nos finalizadores
O excesso pode comprometer o penteado. É importantíssimo ouvir o que o seu cabeleireiro tem a dizer.
6. Deixar o penteado chamar mais atenção do que o vestido
Ele precisa combinar com o estilo do vestido, mas não deve ofuscá-lo.
7. Não combinar o penteado com o acessório
Em geral, tiaras e pentes vão bem com cachos, coques, moicanos e bananas. Já o véu cai bem em presos com cachos e coques para embutir.
8. Errar no make
Em qualquer horário, a maquiagem deve ser bem marcada, porém limpa e suave. Não precisa ser apagada, pois, no vídeo e nas fotos, pode não aparecer. Por isso, faça um teste do make antes.
9. Não combinar o chapéu
Esse acessório só é permitido em ocasiões ao ar livre. Para não errar, use chapéus de abas largas com penteados clássicos e presos. Já o de abas curtas combina com cabelos semipresos.
10. Mudar a cor dos fios às vésperas da data
Faça a coloração pelo menos uma semana antes da cerimônia, pois haverá tempo para algum possível reparo.



Transforme o simples rabo de cavalo em um penteado para noivas


O rabo de cavalo é um dos penteados mais básicos e toda mulher sabe fazer. De tão simples, pouca gente imagina que ele pode servir de base para um deslumbrante penteado de festa. Veja duas sugestões:
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    Esta noiva fez um rabo de cavalo lateral, com um leve topete e um elástico também nas pontas do cabelo. Para dar um ar mais sofisticado aos cabelos, uma tiara de pérolas foi colocada sobre a cabeça e mais pérolas foram usadas para cobrir o elástico nas pontas
  • Thinkstock
    Este penteado serve tanto para noiva quanto para madrinhas e convidadas. Basta fazer um rabo de cavalo bem alto, no topo da cabeça. O segredo para um efeito bonito é a precisão. É preciso puxar bem os fios, que devem estar bem lisos e esticadinhos, e prendê-los com um elástico apertado. Em seguida, com o baby liss, enrole mexas grossas do cabelo, para dar movimento às mechas. Então, basta virar as pontas de cada mecha para dentro, formando "laços" e prendendo-as com grampos. Finalize com spray.








Laser para pele negra?


  • A pele negra tem tendência a manchar quando o tratamento a laser não é corretamente recomendado e efetuado; por isso, todo cuidado é pouco ao optar pelo procedimento
    A pele negra tem tendência a manchar quando o tratamento a laser não é corretamente recomendado e efetuado; por isso, todo cuidado é pouco ao optar pelo procedimento
Todo cuidado é pouco com os aparelhos a laser, quando se tem a pele negra. O motivo? A pele escura possui maior quantidade de melanina, sendo, portanto, mais sensível, já que a energia de alguns lasers age diretamente nessa proteína da pele. As consequências são, sobretudo, a formação de manchas, por conta de um estímulo exagerado, e o risco de queimaduras. "O laser produz calor, então, esse aquecimento, quando intenso e não controlado, pode "queimar" qualquer pele, e mais ainda a negra, por conta da afinidade com os melanócitos. Além disso, as sequelas com manchas, brancas ou escuras, de difícil tratamento, são muito comuns", explica o dermatologista José Carlos Greco, de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Sendo assim, o ideal é que tratamento de manchas na pele negra siga um protocolo "distante" do laser, afinal é um problema que se resolve com alternativas eficazes. "O peeling de cristal com máscaras clareadoras uniformizam o tom da pele com eficiência. Mas para garantir os resultados é preciso usar regularmente filtro solar, com fator de proteção 15, no mínimo", argumenta a dermatologista Katleen Conceição, chefe do ambulatório de pele negra da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. "Além dos peelings, que são, de fato, apropriados, alguns tipos de laser em fluências mais baixas, são seguras, como as utilizadas na pele clara para tratamento de manchas", completa a dermatologista Maria Fernanda Tembra, de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Depilação sem dramas


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Em relação à retirada dos pelos, o laser já se mostra um método mais seguro, pois a direção da energia é bem pontual, no caso, o bulbo (poro onde nasce o pelo). "De novo, menciono o laser de YAG, que, para depilação é usado no comprimento de onda 1064, que o torna mais rápido. Dessa forma segue o pelo como guia e distribui pouco calor na superfície da pele, preservando a melanina. O laser de Diodo também é indicado, já que possui um sistema de segurança especifico para a pele negra com um tempo de relaxamento térmico longo e ponteiras resfriadas, focando somente o pelo e preservando a pele escura ao seu redor", descreve José Carlos Greco. Já, Maria Fernanda Tembra, cita o laser de alexandrita: "Pode ser usado em baixa energia e confere alta proteção para peles negras. O aparelho vem com um sistema de refrigeração, o spray criógeno, que protege a camada mais superficial, evitando queimaduras", justifica a médica, que é a favor do método e explica por quê: "Como a pele negra tem mais tendência à foliculite, é melhor fazer depilação a laser, para prevenir a hipercromia pós-inflamatória e a formação de cicatrizes".

O caminho certo
A seguir, especialistas dão dicas do que é preciso observar antes de optar por um tratamento a laser.
- Procure um médico e uma clínica que sejam indicados por pessoas confiáveis e exigentes com a saúde e certifique-se de que o procedimento será feito por um médico, o único profissional habilitado para realizá-lo.
- Informe-se sobre todas as sensações e efeitos que envolvem o procedimento: como é a sessão, quais as reações indesejáveis e suas consequências, além é claro, de perguntar sobre os benefícios, em quanto tempo aparecem, como o equipamento age e os cuidados necessários antes e depois.
- Na maioria das vezes, as manchas podem ser tratadas com peelings – em alguns casos, o efeito do laser não vale o risco.
- Independentemente das orientações, garanta resultados seguros: interrompa o uso de ácidos pelo menos uma semana antes do procedimento, não se exponha ao sol também por pelo menos sete dias antes e nunca se submeta a um tratamento com laser se a pele estiver bronzeada.
- No período pós-procedimento aumente o rigor e não deixe de usar protetor solar nem hidratantes.
- Se formar casquinhas no local tratado nunca as remova antecipadamente.
- Fuja de anúncios e promoções de jornais, revistas e sites de compras coletivas, para evitar o risco de um profissional que não seja médico realizar o procedimento.
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